(Mateus 20:29-32)
Um dos maiores interesses das multidões quando buscava a Jesus era por saúde. Eles descobriram que bastava tocar em Jesus que dele saía saúde para curar qualquer enfermidade. Isso fazia com que muita gente, que não tinha o menor compromisso com Deus ou com nada de bom, fosse procurar Jesus para conseguir cura. Isso é legítimo. O sofrimento faz com que busquemos uma solução. Mas não faz de nós discípulos de Cristo, depois que recebemos cura.
Mas esses dois cegos, que gritavam à beira do caminho, podem nos ensinar três coisas importantes. A primeira delas é que eles sabiam quem estava passando por eles e o que esse homem podia fazer. Isso já é grande. E vale uma reflexão. Você sabe que Jesus está tão acessível para você hoje quanto estava para esses homens? E você sabe o que ele pode fazer por você? Sabe que ele é o homem que a humanidade toda esperava, para reinar eternamente e com justiça?
A segunda lição é que eles sabiam exatamente o que queriam. Porque depois de muito gritar, Jesus os atende com uma pergunta: O que vocês querem que eu lhes faça?
Meu irmão, o que você responde hoje para essa pergunta? Você sabe do que precisa ser curado? Ou melhor. É cura o que você deseja? Pense nisso. Porque Ele é poderoso o suficiente e tem amor por nós o suficiente para curar toda enfermidade (quer de corpo, quer de alma) que nos impeça de cumprir com a nossa função no universo: amar.
A terceira lição é que eles não pediram "a paz mundial". Porque, diferente de muitos de nós, eles se conheciam cegos. E o pior cego é aquele que pensa enxergar. Mas esses homens pediram o suficiente para que estivessem aptos a serem seguidores de Jesus.
Responderam eles: “Senhor, queremos que se abram os nossos olhos”. Jesus teve compaixão deles e tocou nos olhos deles. Imediatamente eles recuperaram a visão e o seguiram. (Mateus 20:33-34)
Guilherme Ribeiro
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