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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Bom dia! 18/05

Ora, tendo Labão ido tosquiar as suas ovelhas, Raquel furtou os ídolos que pertenciam a seu pai. Jacó iludiu a Labão, o arameu, não lhe fazendo saber que fugia; e fugiu com tudo o que era seu; e, levantando-se, passou o Rio, e foi em direção à montanha de Gileade. (Gênesis 31:19-21)

O que é bom levar numa viagem? E se você estiver fugindo do seu sogro traiçoeiro, o que é bom levar? Quando em perigo, o que é bom ter por perto? Os ídolos! Claro! O que mais poderia nos dar segurança?
É muito fácil saber até onde andamos pela fé. É só nos conhecermos com medo, ansiosos, e vamos nos ver agarrados aos ídolos dos nossos pais.
Você pode ser muito ousado ao resolver abrir mão de carreira para ir ao Zimbábue pregar o Evangelho. Mas basta que sua filha fique doente para que você pense que seria melhor ter apostado no American Way of Life que seu pai lhe ensinou: "Trabalhe bastante, cresça devagar e sempre, hipoteque uma casa e financie um carro."
Toda era tem seus ídolos, e sempre os veste com glamour. A modernidade tem os seus. Quem vai ousar dizer que os oráculos da ciência mentem? Ou quem vai acusar a beleza de não entregar a felicidade que prometeu? E os sistemas políticos de serem falidos?
Basta uma situação de insegurança para que o medo nos faça tirar os óculos da fé e agarrar os ídolos dos nossos pais. Mas eles são mudos, surdos e incapazes de resolver qualquer problema que seja. Não se curve diante deles. Aliás, de preferência, nem os leve na bagagem.
Bjs e abs,
Gui.
Guilherme Ribeiro
ethmos@gmail.com