Quando vocês eram escravos do pecado, estavam livres da justiça. Que fruto colheram então das coisas das quais agora vocês se envergonham? O fim delas é a morte! Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna. Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:20-23)
Estar livre da justiça é algo desconcertante. Imagine um juíz prestes a dar uma sentença. Você diz a ele: Sinta-se à vontade, o senhor está livre de fazer o que é justo, pode ser iníquo o quanto desejar.
É essa a condição de quem não foi liberto por Jesus.
Quem não quer se submeter a Deus está livre pra ser injusto. Quem pediu "emancipação" de Deus, só é livre pra errar, porque Ele - de quem se pediu desligamento - é a fonte de todo bem. Então, o escravo do pecado só acerta, literalmente, sem querer. Porque sua vontade é dominada pelo pecado.
Mas quem se submete a Deus é livre da escravidão do pecado. Quem se submete a Deus só erra se quiser (e às vezes quer mesmo errar). Ou, na linguagem de Paulo, não está mais sob domínio do pecado. Agora, não é mais escravo do pecado, só presta serviço voluntário quando escorrega e entra na rebelião de novo. Mas age sempre por vontade.
Aí que entra a pergunta: Quem é mais livre? Quem é livre pra errar, ou quem é livre para acertar?
E você? É livre para quê? E como está usando sua liberdade?
Bjs e abs,
Gui.