Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: A morte foi destruída pela vitória. Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu poder ferir? (I Coríntios 15:53-55)
Quando eu falo que aquele que não tem a vida em Jesus está morto, as pessoas estranham. Natural, porque apesar de não crerem em Jesus, estão "vivas".
A questão é que ser um "pré-defunto" não é estar vivo. Isso não é vida! Deus, respeitando a liberdade que nos deu, vai dizer a quem não aceitou sua salvação: "Seja feita a sua vontade" e deixará os rebeldes em sua rebelião. Se Deus é fonte de vida e você se rebela contra Ele, será entregue à morte - uma morte muito mais profunda do que a morte física. Ao contrário, quem aceitou a salvação de Deus e quem fala a Deus "Seja feita a tua vontade e não a minha" nunca morrerá, porque vai ser revestido de imortalidade.
O mais impressionante, é que isso muda a sua existência, não só o futuro, nem só o presente, mas toda a sua história é invadida pela realidade do céu ou pela realidade do inferno. C. S. Lewis descreve isso como se vivêssemos sob um céu alaranjado. Pra uns será sol nascente, para outros, sol poente:
"O passado do homem salvo passa a modificar-se de forma que seus pecados perdoados e sofrimentos lembrados tomam a qualidade do Céu; já o passado do homem rebelde se conforma à sua maldade e está cheio apenas de miséria. É por isso que, no fim de todas as coisas, quando o sol nascer aqui e o crepúsculo se transformar em trevas lá, os Santos dirão: 'Jamais vivemos em lugar algum exceto no Céu', e os Perdidos, 'Sempre estivemos no inferno'. E ambos estarão falando a verdade."
Bjs e abs,
Gui.