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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Bom dia! 21/08

E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. (Colossenses 3:17)

Como é que o tempo dialoga com a eternidade? Como aquilo que é limitado conversa com a plenitude? Como nós, que estamos no tempo, podemos orar a Deus que sempre foi, é e sempre será?
Se cremos que Deus é bom, que Jesus foi morto e ressucitou para que tivéssemos vida em abundância; se cremos que nossos pecados foram perdoados e nossa maldade é afastada de nós cada vez que nos rendemos novamente a Jesus; se cremos que nosso Pai que está nos céus não só cuida dos pássaros e dos lírios, mas nos supre de tudo aquilo que é necessário para que sua vontade seja feita; se cremos em tudo isso, não há outra atitude diante de Deus senão a gratidão.
Quando eu falo com Deus, falo do mundo limitado pelo tempo. Mas sei que Deus me ouve da eternidade, e me observa de um lugar em que consegue enxergar, tanto o meu clamor, quanto o momento em que minha oração foi respondida. Ele enxerga o processo todo, e sua mão conduz a história para que sua vontade seja realizada na vida daqueles que assim desejam. Então não há nenhuma outra postura adequada que não seja a gratidão e o louvor.
Por isso, quando você orar, não se esqueça que Deus já está mobililzando recursos, já está vendo o resultado final, e só está te ouvindo porque você está orando no nome de Jesus, que já tinha resolvido tudo antes da criação do mundo (I Pedro 1:20).
Bjs e abs,
Gui.

(Leia o versículo novamente)

Guilherme Ribeiro
ethmos@gmail.com