Paulo estava escrevendo sobre estar atento e vigilante em tempos maus. Com grande frequência Cristo se torna mais uma atividade ou mais uma área da nossa vida, como tantas outras. É como se Cristo pudesse ser a minha espiritualidade, que nem Buda, Kardec ou outro mestre que me inspire.
Esse Jesus Cristo não nos deixa essa possibilidade quando nos propõe vivermos unido com ele. Em outra passagem, Paulo fala que um morreu, logo todos morreram. Não vivo mais eu, Cristo vive em mim. Assim, é incompatível pensar que ele é uma religião, uma filosofia de vida, ou algo bonitinho que eu leio para me sentir bem.
Jesus ocupa uma vida inteira. Um fragmento de vida não comporta seu espírito. Ele morreu por nós para que, quer estejamos na rua, no trabalho, no bar, na China, estejamos vivendo unidos a ele.
Bjs e abs,
Gui.
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Distribua livremente, de preferência, em sua integralidade.
Guilherme Ribeiro
ethmos@gmail.com
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