| | | | Vamos molhar os pés? por Alfredo Gallinucci Quando, pois, o povo desmontou o acampamento para atravessar o Jordão, os sacerdotes que carregavam a arca da aliança foram adiante. (O Jordão transborda em ambas as margens na época da colheita.) Imaginemos esta cena - no exato instante em que as águas batem nos tornozelos - sob a perspectiva de que aquela geração que acompanhava Josué, tal como nós hoje, não havia presenciado os poderosos milagres de Deus na época de Moisés. Neste momento já tão próximo da ação de Deus é que somos mais tentados a abandonar nossos projetos... o lapso de tempo onde se levantam retumbantes as nossas dúvidas, enchendo nosso coração de medo! Deus havia prometido abrir as águas, mas já estou no rio e nada aconteceu ainda... Será que prosseguindo vou ter que nadar? Será que entendi corretamente a mensagem do Senhor? Será minha pequena fé suficiente? O que o pessoal que está à minha volta pensará? Mas se você sabe em quem colocou sua confiança, a despeito do incômodo e até do risco de passar ridículo, avance e molhe os pés! Aquele momento desagradável ficará para trás e lá do outro lado do rio, ainda seco, você festejará a vitória que o Senhor te concedeu! Assim que os sacerdotes que carregavam a arca da aliança chegaram ao Jordão e seus pés tocaram as águas, a correnteza que descia parou de correr e formou uma muralha a grande distância, perto de uma cidade chamada Adã, nas proximidades de Zaretã; e as águas que desciam para o mar da Arabá, o mar Salgado, escoaram totalmente. E assim o povo atravessou o rio em frente de Jericó. (Js 3.14-16 NVI) | | | | | | | |