A natureza e a agricultura sempre fornecem elementos importantes para nossa compreensão da vida. Aprendemos com o campo que há tempo de semear e tempo de colher, alternadamente. E para ambos os períodos, uma virtude é bem útil, que é o contrário da preguiça - a Bíblia normalmente traduz por "diligência".
A diligência é a decisão de administrar bem o que se tem nas mãos. Nesse sentido, se temos pouco nas mãos, seremos diligentes se administrarmos bem esse pouco que temos. Se temos muito, da mesma forma. Mas a preguiça pode acometer a ambos.
Em nossa cultura, a preguiça é quase uma entidade que se apodera de nós de vez em quando, e isso é socialmente aceitável. Mas a preguiça perverte nossa habilidade de administrar bem o que temos. É como uma usina hidrelétrica fora de operação só porque... se está com preguiça.
Paulo fala aos coríntios: Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade. Então até mesmo se você já tem o suficiente, só o fato de Deus ter te dado energia significa que você não pode ser preguiçoso, porque tem recursos e uma missão.
Deus lhe confiou recursos (inteligência, força física, talento, know-how, dinheiro, etc). Seja diligente na administração desses recursos para não ser assaltado pela miséria (de inteligência, de força física, de talento), porque o que não é posto em uso se estraga.
Bjs e abs,
Gui.
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Distribua livremente, de preferência, em sua integralidade.
Guilherme Ribeiro
ethmos@gmail.com
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