Com medo de Esaú matar-lhe, ele manda alguns servos levarem presentes. Esaú vem a caminho com mais 400 homens. Jacó experimenta momentos de depressão e desespero, até que finalmente os dois se encontram. A expectativa é de morte. Jacó se joga no chão implorando misericórdia. "Então Esaú correndo-lhe ao encontro, abraçou-o, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou; e eles choraram." (Gênesis 33:4)
Ouvi o sermão de um rabino de uma das maiores sinagogas de Los Angeles sábado passado, e ele falava sobre o conflito entre a nação de Israel (que levou o nome daquele Israel) e os Palestinos em Gaza. E ele falou sobre esse texto de Esaú e Israel destacando que não havia espelhos naquela época. As pessoas não costumavam se ver. E Esaú deve ter tido um choque ao ver seu irmão - velho, parecido com sua mãe ou seu pai. Ao vê-lo, provavelmente se reconheceu.
O respeito à dignidade humana começa quando nos reconhecemos no outro. Quando vemos que somos todos mais ou menos parecidos. Até porque Deus criou um homem, e todos descendem dele. E assim é. Todo e cada homem carrega em si o valor da humanidade inteira.
Bjs e abs,
Gui.
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Distribua livremente, de preferência, em sua integralidade.
Guilherme Ribeiro
ethmos@gmail.com
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